quinta-feira, 17 de maio de 2018

Lançamos o projeto de financiamento coletivo do UrbanDropz

O jornal eletrônico FarolComunitário e o blog Cidadania & Política, lançaram hoje a campanha de financiamento coletivo para o projeto UrbanDropz que vai levar informações de cidadania, política, sustentabilidade e meio ambiente em forma de oficinas às escolas e associações.

Objetivo é levar informações de cidadania, política, sustentabilidade e meio ambiente em forma de oficinas às escolas e associações
Acreditamos que seja importante ocupar os espaços sociais para desmistificar essas questões e estimular as próprias pessoas a produzirem o que muitas vezes se espera apenas do poder público.

Nossas oficinas vão trabalhar para identificar e preparar lideranças que atuarão junto aos órgãos competentes e como multiplicadores na própria comunidade.

A campanha de financiamento coletivo vai proporcionar equipamentos de áudio e vídeo, (microfones, telão, computador) um furgão para transporte de material, propaganda, facilitadores e como unidade móvel para os locais onde não houver espaço físico e material de escritório (papel, canetas).

Este é o embrião para a criação da Escola de Formação Política e Cidadania que vai capacitar os cidadãos para entenderem e atuarem nas questões de interesse social nas cidades.

Serão produzidos como recompensa: camisetas e e-books.

Pedro Reis - criador do projeto - é jornalista com experiência na iniciativa privada, free-lancer e serviço público. A hora é agora!

Contribua com Urban Dropz e faça a diferença junto com a gente.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Ficha Limpa para antes de 2010

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve hoje (1) decisão da própria Corte que validou, em outubro do ano passado, a aplicação retroativa da Lei da Ficha Limpa, norma que entrou em vigor em 2010 para barrar a candidatura de condenados por órgãos colegiados.

Agência Brasil

Condenados por abuso político e econômico, mesmo antes da lei entrar em vigor, estão inelegíveis por 8 anos e não podem concorrer em 2018
Arquivo/ABr

Na ocasião, por 6 votos a 5, a Corte foi favorável à inelegibilidade por oito anos de condenados antes da publicação da lei. O entendimento que prevaleceu é no sentido de que é no momento do registro da candidatura na Justiça Eleitoral que se verificam os critérios da elegibilidade do candidato. Dessa forma, quem foi condenado por abuso político e econômico, mesmo que anterior à lei, antes de 2010, está inelegível por oito anos e não poderá participar das eleições de 2018.

O caso voltou à tona na sessão desta tarde a partir de um pedido do relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, para modular o resultado do julgamento de modo que os efeitos da decisão valham somente para as eleições de outubro, não atingindo eleições anteriores. Segundo o ministro, o julgamento da Corte provocará, ainda neste ano, o afastamento de pelo menos 24 prefeitos e um número incontável de vereadores em todo o país. Políticos nesta situação conseguiram se eleger e tomar posse com base em liminares que liberaram suas candidaturas.

Apesar da preocupação de Lewandowski, os ministros Luiz Fux, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Marco Aurélio e a presidente, Cármen Lúcia, votaram contra a medida por entenderem que a modulação não seria cabível, porque, nas eleições de outubro, os candidatos que já cumpriram oito anos de inelegibilidade, ao serem condenados antes de 2010, não serão mais atingidos pela decisão da Corte. Além disso, a modulação do julgamento seria uma forma de mudar o placar.

Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Celso de Mello seguiram o entendimento de Lewandowski e também foram vencidos.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

O tempo a favor do voto

Campanhas podem ser mais trabalhosas do que onerosas, mas isso vai depender de uma mudança de postura do político em relação ao eleitorado. 

Seguir as regras do TSE é a parte legal do processo eleitoral, mas a parte construção de engajamento do eleitorado, é planejamento e estratégia


Para esse ano a sorte já está praticamente selada. Até 5 de março o TSE deve confirmar todas as normas para as eleições deste ano.

Já para quem pretende se reeleger ou se candidatar para as eleições de 2020, o tempo continua sendo o fator preponderante para se construir uma campanha que seja mais barata, mais eficaz e com mais engajamento do eleitor.

Seguir as regras do TSE é a parte legal do processo eleitoral, mas a parte construção de engajamento do eleitorado, é planejamento e estratégia. E precisa ser praticada todo dia, o tempo todo.

Já falei aqui sobre invisibilidade política e redes sociais e isso vai se confirmando cada vez mais. O próprio Facebook tão incensado, vai caindo gradativamente no descrédito, quase terra de ninguém.

São grandes anunciantes revendo seus investimentos, jornais abandonando a plataforma e até atores internacionais salientando o "desgaste" da rede. A pergunta é: - Vai continuar insistindo em publicar post, até pagar por ele e receber muitos "likes", "corações" e "seguidores"? E o engajamento como fica? Quem são esses eleitores potenciais que rede nenhuma vai fornecer para o seu trabalho de divulgação.

Redes sociais são o terceiro passo

O trabalho na rua, continua imbatível quando o assunto é voto. A tecnologia junto com novas posturas tanto das assessorias, quanto do próprio político serão o determinante nas eleições de 2020. Pode estar certo disso.

Redes sociais servem para confirmar a qualidade do trabalho prévio e não o contrário. 

Uma campanha vitoriosa em 2020 deve começar agora, quando o terreno está limpo e o cidadão está ávido por participar de forma efetiva na vida política. A cidade é o lugar mais importante.

A empatia com o público e suas causas é a ferramenta que vai alavancar votos, vai criar "fenômenos".

Se você já é liderança, tem o reconhecimento do seu público inicial e está alinhado às causas que fervilham na sociedade, basta redesenhar a estratégia de comunicação, registrar os atos no seu blog ou site da maneira mais otimizada possível e seu eleitorado tende naturalmente a crescer.

250 mil votos válidos

Lembre que só em Uberlândia, dos quase 340 mil votos válidos, só 89 mil elegeram e 250 mil ficaram pulverizados. Ou seja, tem um universo bem consistente para ser prospectado e identificado em suas necessidades principais.

Pense rápido e fale comigo.

Pedro Reis
FarolCom Inteligência
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Candidatos poderão usar recursos próprios nas campanhas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou a resolução que disciplina os mecanismos de financiamento de campanha para as eleições de 2018. De acordo com o texto, publicado no dia 2 no Diário da Justiça Eletrônico, além dos recursos partidários e doações de pessoas físicas, os candidatos poderão usar recursos próprios em suas campanhas, o chamado autofinanciamento.

Pelo calendário eleitoral de 2018, o tribunal tem até 5 de março para confirmar todas as normas para o pleito deste ano


“O candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual concorre”, diz o texto da Resolução 23.553, cujo relator foi o ministro Luiz Fux, que desde o dia 6 ocupa a presidência do TSE.

Haverá limite de gastos com as campanhas. De acordo com a resolução, no caso da disputa pela Presidência da República, o valor máximo com gastos de campanha será de R$ 70 milhões. Nas eleições para o cargo de governador, os valores vão de R$ 2,8 milhões a R$ 21 milhões, conforme o número de eleitores do estado. Para a disputa a uma vaga no Senado, os limites variam de R$ 2,5 milhões a R$ 5,6 milhões, conforme o número de eleitores do estado. Para deputado federal, o limite é de R$ 2,5 milhões e de R$ 1 milhão para as eleições de deputado estadual ou distrital.

As doações, entretanto, ficam limitadas a 10% dos rendimentos brutos auferidos pelo doador no ano anterior à eleição. Os bens próprios do candidato também poderão ser objeto de doação. Mas somente podem ser utilizados na campanha eleitoral quando demonstrado “que já integravam seu patrimônio em período anterior ao pedido de registro da respectiva candidatura”.

A resolução diz ainda que, além da doação ou cessão temporária de bens e serviços, as doações poderão ocorrer inclusive por meio da internet. No caso das doações bancárias, deverá constar o CPF do doador. Já “as doações financeiras de valor igual ou superior a R$ 1.064,10 só poderão ser realizadas mediante transferência eletrônica entre as contas bancárias do doador e do beneficiário da doação.”

A resolução regulamenta também outra novidade, a possibilidade de financiamento coletivo da campanha por meio de plataformas na internet. Para tanto, a plataforma deverá ter cadastro prévio na Justiça Eleitoral. Serão exigidos, ainda, o recibo da transação, identificação obrigatória, com o nome completo e o CPF do doador; o valor das quantias doadas individualmente, forma de pagamento e as datas das respectivas doações.

Essas informações deverão ser disponibilizadas na internet, devendo ser atualizada instantaneamente a cada nova doação. Os dados deverão ser enviados imediatamente à Justiça Eleitoral.

A polêmica em torno do autofinanciamento começou em dezembro do ano passado, quando o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Michel Temer que liberava o autofinanciamento sem restrição nas campanhas. Na ocasião, os parlamentares entenderam que isto poderia favorecer os candidatos com maior poder aquisitivo.

Contudo, a derrubada ocorreu a menos de um ano da eleição, o que poderia ensejar insegurança e disputa jurídica. Com isso, coube ao TSE editar norma com as regras. Pelo calendário eleitoral de 2018, o tribunal tem até 5 de março para confirmar todas as normas para o pleito deste ano.

Agência Brasil

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Para cativar o eleitor

Para cativar o eleitor é preciso muito mais que promessas ou discursos. O comportamento do eleitorado mudou na medida em que a tecnologia foi ocupando os espaços e as ferramentas de comunicação pulverizaram a informação.

Uberlândia tem 250 mil eleitores que votam válido, mas em qualquer candidato e o grande desafio é trabalhar para fidelizar votos dentro desse universo

Uberlândia tem 250 mil eleitores que votam válido, mas em qualquer candidato e o grande desafio é trabalhar para fidelizar votos dentro desse universo. O eleitor está cobrando trabalho, atitude e presença e neste último item reside a tarefa mais complexa, que demanda tempo e precisa de coerência entre a fala e a ação.

Presença aliás é uma possibilidade concreta através de aplicativos de mensagem, desde que o cidadão solicite. O spam é um risco alto e a chance de uma mensagem não solicitada ser bloqueada é altíssimo.

A partir de uma pequena reestruturação das funções do gabinete que passa a coletar informações de interesse do mandato. Esse material deve ser enviado para o processo de otimização e depois disso transformado em informação pública.

Benefícios

O maior de todos os benefícios é tirar a força de boatos. Uma informação trabalhada e detalhada derruba qualquer boataria, tão comum na internet.

O público percebe muito rápido que há verdadeiro interesse em informar quando o canal de comunicação está aberto.

A informação e o canal de comunicação vão gradativamente criando autoridade e nos mecanismos de busca isso é um patrimônio valioso.

Antecipação

Os votos que elegem, caíram consideravelmente entre 2008 e 2016, a quantidade de candidatos por vaga aumentou, mas existe um universo votante que daria para eleger mais 10 câmaras como a de Uberlândia e que precisa ver valor para direcionar seu voto.

Trabalhado com antecipação pode economizar até 90% da verba de campanha além de criar um vínculo forte com o eleitorado.

Hoje, com mais de 2 anos para as eleições municipais e pelo vazio de lideranças é a hora perfeita para alicerçar o seu mandato.

Fale comigo!!!


Pedro Reis
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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Inteligência política e o tempo

Na trajetória política só existem dois caminhos. Ou se gasta muito dinheiro para mostrar o que se fez e ainda correndo o risco de não ser visto ou se constrói uma relação perene com o eleitorado para que ele acompanhe diariamente sua atividade política.

Usar a tecnologia aliada ao conteúdo e trabalho realizado com o tempo suficiente para se construir ou fortalecer o relacionamento com o eleitor vai ser o diferencial nas eleições de 2020

Mudanças nas regras eleitorais promovem uma necessidade cada vez maior de estar presente junto ao seu público e buscar novos simpatizantes para as causas que se defende.

Do ponto de vista municipal, vai ser cada vez mais difícil ampliar esse espectro, quanto menor for o tempo para se construir essa autoridade. Desse modo, o vereador, nesse momento tem o tempo a seu favor. 

Usar a tecnologia aliada ao conteúdo e trabalho realizado com o tempo suficiente para se construir ou fortalecer o relacionamento com o eleitor vai ser o diferencial nas eleições de 2020.

Lembre-se que o eleitorado não se importa com quem você é, mas com o que você faz por ele e não esquece mais.

Considere que nesse momento, centenas de postulantes a ocupar uma cadeira no parlamento municipal, estão utilizando de técnicas modernas e segmentadas para construir esse relacionamento e estar no exercício de um mandato, não é garantia de continuidade.

O ativismo de muitos grupos está plantando calmamente suas ideias exatamente para quebrar a resistência cada vez maior do eleitor com o que se chama agora de "velha política".

Estar preparado para a avalanche de informação que chegará ao público através da internet (buscas) e redes sociais e o melhor caminho para continuar exercendo seu mandato e defendendo as suas causas.

Posicionar seu site ou blog em posições privilegiadas no Google, Bing e Yahoo, os maiores buscadores da internet é muito mais importante que publicar em redes sociais que não alavancam, nem dão destaque.

Redes sociais são a terceira parte

Primeiro conteúdo e liderança, segundo, otimização dos textos e imagens publicadas em seu próprio blog ou site e terceiro redes sociais. Dentre as redes a que mais aproxima público é o WhatsApp, depois YouTube e Facebook. As demais redes por mais atrativas que pareçam não vinculam o possível eleitor e o candidato. O YouTube por sinal é altamente impactante. O brasileiro consome cada vez mais vídeos, inclusive no celular e se o conteúdo for bom ele vai se tornar fiel.

Nas eleições de 2016 a média de votos individuais caiu, o número de abstenções, nulos e brancos cresceu, mas ainda restam ,ilhares de votos não direcionados que podem ser conquistados com um trabalho de informação segmentado e alinhado com os interesses do eleitorado.

Vinculação de notícias

Aquilo que está acontecendo no dia a dia da cidade é de total e absoluto interesse do político, já que é do total e absoluto interesse do cidadão/eleitor. Não existe assunto que não tenha um nicho de pessoas interessadas e esse é o combustível para fortalecer um mandato. Vincular atividade parlamentar com o noticiário geral é também parte da estratégia que oferecemos.

Inteligência política é um exercício para ser praticado paciente e diariamente e nós temos esse know how.

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Construir o nicho eleitoral

Na política velha, os candidatos usavam a força do patrimônio, o nome de família e outras estratégias para encantar o eleitor com promessas. Mesmo que praticado por políticos honestos, a tendência é que esse modelo fique cada vez mais caro e ineficaz.

Há diversos movimentos sejam empresariais, sejam sociais, sejam religiosos que começaram a investir pesado no conceito de novidade, de renovação

Há diversos movimentos sejam empresariais, sejam sociais, sejam religiosos que começaram a investir pesado no conceito de novidade, de renovação. Não há garantia de que isso surta efeito e surpreenda nas urnas, (seja na próxima em outubro, seja naquelas que são meu foco de atenção, as de outubro de 2020, quando tudo indica, haverá uma mudança profunda nas bases eleitorais municipais), mas a estratégia mais inteligente é investir em relacionamento e afinidades.

Esses movimentos estão se organizando e usando as tecnologias modernas para a construção de seus nichos eleitorais, uma causa e reforçando o comportamento de rede. Um candidato que tenha perfil de líder, o reconhecimento pelo grupo como uma liderança e uma causa em torno da qual as pessoas se reúnem e que pratique empatia com seu público de forma continuada e segmentada é o que abre as maiores possibilidades de ser eleito. 

Isso não pode ser forçado, precisa nascer naturalmente e essa é parte principal da construção dessa nova trajetória política. 

Quem trabalhou pelo sistema antigo, sem vínculo direto com o eleitor, corre o risco de ficar de fora de qualquer processo eleitoral.

Portanto, não adianta ir direto nas redes sociais e acreditar que ali está o caminho das pedras. Uma rede social só repercute o que está acontecendo de verdade na vida real. Curtidas, seguidores e compartilhamentos, não oferecem o que é vital nesse momento histórico, que é o engajamento, a oportunidade de conversar diretamente com o eleitor.

Quem já começou a trabalhar ocupa mais espaços e quanto mais se deixar para começar as campanhas nos prazos legais do TSE, vai pagar caro e corre o risco de não se eleger ou reeleger.

Nosso trabalho consiste em aplicar metodologias e organização a trabalhos e legados verdadeiros através de uma forma que permite o engajamento do eleitor e a ampliação da base de votos.

E tem muito voto válido que pode ser aproveitado.

Pedro Reis
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